Em época de Copa do Mundo de Futebol o ufanismo se aflora, os torcedores de copas voltam a se interessar por futebol e o show está de volta.
Contrastando com o empenho dos jogadores e dos países organizadores, voltamos a presenciar a inércia da entidade mundial de futebol - a FIFA. Parece-nos que os "de fato" velhos dirigentes e os outros, novos na idade e velhos em mentalidades, acham que ser competente é sabor organizar os eventos, pressionando os governos, cobrando o absurdo das redes de comunicação e depois aplicando o dinheiro não sabemos onde.
Os países se endividam para oferecerem um bom espetáculo, mas a FIFA não é capaz de fazer o mínimo, que é apresentar o principal instrumento do esporte - a bola - com características comprovadamente aceitáveis e testadas. Será que quatro anos são insuficientes para esta morosa entidade apresentar algo decente? Talvez seus dirigentes estejam mais preocupados em descobrir o que farão com tanto dinheiro arrecadado.
Procurar capacitar melhor os árbitros parece não ser preocupação da entidade, ném de suas corruptas representantes coligadas existentes em cada país. Aplicar a tecnologia para corrigir os êrros absurdos de arbitragem não entra na pauta desses incompetentes dirigentes!!! Muitas vezes justificam sua inércia alegando manter a tradição, como se esta fosse empecilho para a competência e a inovação.
Acho que os pedidos de desculpas pelos erros de arbitragem de seu Presidente refletem simplesmente o medo de que a UEFA venha atender aos anseios do público, modernizando o esporte no âmbito de sua jurisdição e patrocinando uma competição européia com convidados Sul Americanos. Alguém duvida que isso iria esvaziar a badalada Copa do Mundo de Futebol?
A verdade é que entidades que perpetuam no poder seus dirigentes, seja em âmbito nacional ou internacional, são sempre incompetentes e deixam a desejar em termos de transparência.
Credson Ribeiro Junqueira - autor do livro GESTÃO POR COMPETÊNCIAS SEM MISTÉRIOS.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
domingo, 18 de abril de 2010
DISPARIDADES NA REMUNERÇÃO DO SERVIÇO PÚBLICO
É normal acompanharmos as notícias sobre concursos no serviço público, pelos jornais ou mesmo pelas manchetes expostas com destaque nas bancas de jornais.
Comparando os valores dos salários e remuneração oferecidos, notamos total disparidade difíceis de serem entendidas. Tomemos por base os salários ou até mesmo remuneração (salários + gratificações diversas mensais) das agências reguladoras.
No caso de Analistas e reguladores, os salários e remunerações da ANVISA, da ANATEL e agora da ANEEL são bem superiores do que os da ANTT, por exemplo. Será que esta última é a "patinha feia" das agências? Por coincidência ela cuida também dos transportes rodoviários, usados por camadas mais pobres da população e atua num ambiente mais "árduo".
Por outro lado, constatamos para cargos de mesmo nível em entidades tais como: Banco Central, TCU, SUSEP, IPEA, CVM valores bem mais atrativos, com a justificativa de serem órgãos fiscalizadores e contribuírem para a arrecadação. No entanto, as agências pelo menos deveriam também fiscalizar com mais eficácia as empresas e entidades sob suas jurisdições, não acham? Em outro extremo, constatamos que salários em vários outros ministérios da administração direta do governo estão num patamar abaixo de um terço daqueles pagos pelas entidades citadas neste parágrafo.
Sabemos da existência de órgãos e comissões ligadas ao Ministério do Planejamento e encarregadas de estudar o assunto da equidade salarial no serviço público. No entanto, a antiga Secretaria de Emprego e Salários deveria ser também um órgão mais inserido neste contexto e deveria estar sempre alerta com relação a estes assuntos, coordenando esforços permanentes de adequações salariais, num sentido mais analítico, humano e justo equitativamente.
Aumentando as disparidades, tenho percebido entidades que gozam de prestígio com o Planalto, como é o caso do BACEN ou o TCU, que é porta voz do Congresso, que estão disparadas na frente em termos de remuneração. Não vou mencionar a Receita Federal e Secretarias Estaduais correlatas, pois entendo que estes orgãos têm responsabilidades muito mais árduas do que as demais entidades aqui citadas.
A propósito, não seria hora de pararem de mascarar valores e passarem a considerar tudo como salário, deixando para conceder gratificações somente anualmente e atreladas a bons sistemas de Avaliação de Desempenho por Competências e Metas? O Método de Remuneração por Competência Abrangentes (MRCA) e o Método de Avaliação de Desempenho por Competência abrangentes, expostos no meu livro GESTÃO POR COMPETÊNCIAS SEM MISTÉRIOS poderiam ajudar a resolver tais disparidades.
Credson Ribeiro Junqueira
Comparando os valores dos salários e remuneração oferecidos, notamos total disparidade difíceis de serem entendidas. Tomemos por base os salários ou até mesmo remuneração (salários + gratificações diversas mensais) das agências reguladoras.
No caso de Analistas e reguladores, os salários e remunerações da ANVISA, da ANATEL e agora da ANEEL são bem superiores do que os da ANTT, por exemplo. Será que esta última é a "patinha feia" das agências? Por coincidência ela cuida também dos transportes rodoviários, usados por camadas mais pobres da população e atua num ambiente mais "árduo".
Por outro lado, constatamos para cargos de mesmo nível em entidades tais como: Banco Central, TCU, SUSEP, IPEA, CVM valores bem mais atrativos, com a justificativa de serem órgãos fiscalizadores e contribuírem para a arrecadação. No entanto, as agências pelo menos deveriam também fiscalizar com mais eficácia as empresas e entidades sob suas jurisdições, não acham? Em outro extremo, constatamos que salários em vários outros ministérios da administração direta do governo estão num patamar abaixo de um terço daqueles pagos pelas entidades citadas neste parágrafo.
Sabemos da existência de órgãos e comissões ligadas ao Ministério do Planejamento e encarregadas de estudar o assunto da equidade salarial no serviço público. No entanto, a antiga Secretaria de Emprego e Salários deveria ser também um órgão mais inserido neste contexto e deveria estar sempre alerta com relação a estes assuntos, coordenando esforços permanentes de adequações salariais, num sentido mais analítico, humano e justo equitativamente.
Aumentando as disparidades, tenho percebido entidades que gozam de prestígio com o Planalto, como é o caso do BACEN ou o TCU, que é porta voz do Congresso, que estão disparadas na frente em termos de remuneração. Não vou mencionar a Receita Federal e Secretarias Estaduais correlatas, pois entendo que estes orgãos têm responsabilidades muito mais árduas do que as demais entidades aqui citadas.
A propósito, não seria hora de pararem de mascarar valores e passarem a considerar tudo como salário, deixando para conceder gratificações somente anualmente e atreladas a bons sistemas de Avaliação de Desempenho por Competências e Metas? O Método de Remuneração por Competência Abrangentes (MRCA) e o Método de Avaliação de Desempenho por Competência abrangentes, expostos no meu livro GESTÃO POR COMPETÊNCIAS SEM MISTÉRIOS poderiam ajudar a resolver tais disparidades.
Credson Ribeiro Junqueira
domingo, 11 de abril de 2010
segunda-feira, 5 de abril de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
COMPETÊNCIAS MAL APROVEITADAS EM NOSSA DEMOCRACIA
Sabe-se que existe legislação específica determinando que a Gestão por Competências deve ser adotada no serviço público. No entanto, não é o que se nota nos três poderes que compôem o regime democrático do Brasil.
Tomemos por base uma evidente incoerência que sabemos existir no Supremo Tribunal Federal, orgão máximo de nosso poder judiciário. Sem entrar em detalhes regimentais e de provimento, sabemos que o Presidente da República tem o direito de indicar membros para o Supremo, embora em número menor do que aquele destinado aos magistrados de carreira. Embora saibamos que até alguém que não seja advogado, mas que tenha reconhecido e incontestável saber jurídico possa ocupar uma cadeira naquele tribunal, questiono a "justiça" destas indicações presidenciais.
Como alguém que não tenha sido aprovado em recente concurso para juiz de primeira instância pode ocupar cadeira num tribunal, que deveria ser ocupado por eméritos profissionais, cujas competências deveriam ser reconhecidas no meio jurídico? Curiosamente estes indicados votam sempre de forma conveniente ao Poder Executivo. Sabe-se que em recente votação um indicado não votou contra o mensalão do DF!!! Será para não levantar a poeira de um outro mensalão que existiu há algum tempo? Salienta-se que o fato de ser sabatinado pelo Congresso Nacional nada tem de relevante, pois sabemos da existência das trocas de favores entre os poderes.
Passando para os poderes Legislativo e Executivo, verificamos a completa omissão em relação à competências que deveriam ser exigidas para provimento de cargos eletivos de Vereadores, Deputados, Senadores, Prefeitos, Governadores e Presidente da República. Da mesma forma que se exigem conhecimentos de Direito Constitucional, Direito Administrativo, Nível de Escolaridade compatível ao cargo e outras exigências, às vezes até absurdas, para provimento de cargos do funcionalismos público, também deveriam existir exigências para alguém se habilitar aos citados cargos eletivos.
Adotando-se certas exigências, poder-se-ia evitar tantos absurdos que assistimos perplexos no cotidiano político, embora alguns fenômenos recentes possam me contradizer a esse respeito. Reconheçamos que toda regra tem excessão e que muitas vezes para se deter certas competências, alguns conhecimentos ausentes podem ser supridos pela existência de certas habilidades inatas e atitudes (posturas) positivas, conforme debato em meu livro GESTÃO POR COMPETÊNCIAS SEM MISTÉRIOS, vendido pelo site www.editorabarauna.com.br.
Credson Ribeiro Junqueira
Tomemos por base uma evidente incoerência que sabemos existir no Supremo Tribunal Federal, orgão máximo de nosso poder judiciário. Sem entrar em detalhes regimentais e de provimento, sabemos que o Presidente da República tem o direito de indicar membros para o Supremo, embora em número menor do que aquele destinado aos magistrados de carreira. Embora saibamos que até alguém que não seja advogado, mas que tenha reconhecido e incontestável saber jurídico possa ocupar uma cadeira naquele tribunal, questiono a "justiça" destas indicações presidenciais.
Como alguém que não tenha sido aprovado em recente concurso para juiz de primeira instância pode ocupar cadeira num tribunal, que deveria ser ocupado por eméritos profissionais, cujas competências deveriam ser reconhecidas no meio jurídico? Curiosamente estes indicados votam sempre de forma conveniente ao Poder Executivo. Sabe-se que em recente votação um indicado não votou contra o mensalão do DF!!! Será para não levantar a poeira de um outro mensalão que existiu há algum tempo? Salienta-se que o fato de ser sabatinado pelo Congresso Nacional nada tem de relevante, pois sabemos da existência das trocas de favores entre os poderes.
Passando para os poderes Legislativo e Executivo, verificamos a completa omissão em relação à competências que deveriam ser exigidas para provimento de cargos eletivos de Vereadores, Deputados, Senadores, Prefeitos, Governadores e Presidente da República. Da mesma forma que se exigem conhecimentos de Direito Constitucional, Direito Administrativo, Nível de Escolaridade compatível ao cargo e outras exigências, às vezes até absurdas, para provimento de cargos do funcionalismos público, também deveriam existir exigências para alguém se habilitar aos citados cargos eletivos.
Adotando-se certas exigências, poder-se-ia evitar tantos absurdos que assistimos perplexos no cotidiano político, embora alguns fenômenos recentes possam me contradizer a esse respeito. Reconheçamos que toda regra tem excessão e que muitas vezes para se deter certas competências, alguns conhecimentos ausentes podem ser supridos pela existência de certas habilidades inatas e atitudes (posturas) positivas, conforme debato em meu livro GESTÃO POR COMPETÊNCIAS SEM MISTÉRIOS, vendido pelo site www.editorabarauna.com.br.
Credson Ribeiro Junqueira
segunda-feira, 22 de março de 2010
COMPETÊNCIAS - Mudanças de paradigmas no mercado editorial
Outro dia passei alguns momentos numa grande livraria de Brasília. Verifiquei que poucas novidades existem em termos de Administração e muita ênfase é dada para livros de auto-ajuda, best sellers estrangeiros, publicações de partes de livros conhecidos de grandes autores, só que com novas roupagens ou novos títulos.
Tenho sugerido um novo formato para livros técnicos em Administração, conforme é mencionado na segunda capa de meu livro sobre GESTÃO POR COMPETÊNCIAS, à venda só através do site www.editorabarauna.com.br
Todavia, não sei se as editoras e livrarias aceitarão esta mudança de paradigma. Só posso dizer que gostaria muito, pois separar a parte teórica da parte prática vai facilitar a vida de profissionais e estudantes, que poderão visualizar o encadeamento prático das diversas fases dos projetos.
Um questionamento que me ocorreu foi: "Como as livrarias poderão dar vazão à dezenas de livros que cada uma das mais de 1600 editoras lançam toda semana, só no Brasil e em Portugal?" Lí que são mil e poucas livrarias em todo o Brasil, que tem mais de 5.600 municípios!!!!
Os e-books vendidos pela Internet, como é o caso do meu GESTÃO POR COMPETÊNCIAS SEM MISTÉRIOS, assim como os livros digitais, que são lidos através do KINDLE da Amazon e outros lançamentos da Apple, Hp, etc. poderão resolver este e outros problemas sérios de espaço para exposição, guarda e armazenamento, que as livrarias e todos nós temos em nossas residências.
Fiquei contente em saber que minha editora já firmou convênio para oferecer livros digitais. Isto é o futuro que já está muito presente. É só esperar um pouco para constatar.
Credson Ribeiro Junqueira
Tenho sugerido um novo formato para livros técnicos em Administração, conforme é mencionado na segunda capa de meu livro sobre GESTÃO POR COMPETÊNCIAS, à venda só através do site www.editorabarauna.com.br
Todavia, não sei se as editoras e livrarias aceitarão esta mudança de paradigma. Só posso dizer que gostaria muito, pois separar a parte teórica da parte prática vai facilitar a vida de profissionais e estudantes, que poderão visualizar o encadeamento prático das diversas fases dos projetos.
Um questionamento que me ocorreu foi: "Como as livrarias poderão dar vazão à dezenas de livros que cada uma das mais de 1600 editoras lançam toda semana, só no Brasil e em Portugal?" Lí que são mil e poucas livrarias em todo o Brasil, que tem mais de 5.600 municípios!!!!
Os e-books vendidos pela Internet, como é o caso do meu GESTÃO POR COMPETÊNCIAS SEM MISTÉRIOS, assim como os livros digitais, que são lidos através do KINDLE da Amazon e outros lançamentos da Apple, Hp, etc. poderão resolver este e outros problemas sérios de espaço para exposição, guarda e armazenamento, que as livrarias e todos nós temos em nossas residências.
Fiquei contente em saber que minha editora já firmou convênio para oferecer livros digitais. Isto é o futuro que já está muito presente. É só esperar um pouco para constatar.
Credson Ribeiro Junqueira
terça-feira, 16 de março de 2010
Gestao por Competencias
Não estou entendendo a razão de meu livro não sair em sites de busca, quando não se especifica nada apos competência.
Noto a permanência de postagens sobre publicações antigas de até alguns anos atrás, que permanecem na primeira página do Google, quando se pesquisa sobre o assunto acima.
Normalmente os assuntos mais recentes aparecem em primeiro lugar.
Noto a permanência de postagens sobre publicações antigas de até alguns anos atrás, que permanecem na primeira página do Google, quando se pesquisa sobre o assunto acima.
Normalmente os assuntos mais recentes aparecem em primeiro lugar.
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